“E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.” ... 

Esse estudo é a continuação da Profecia da 1ª Semana de Dezembro, de Mateus 24:30, “ então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem, ...” É o fato que acontecerá da volta de Cristo. Os discípulos haviam perguntado a Jesus quando aconteceria a Sua volta, e Jesus passou a descrever os sinais que haveriam antes da Sua volta, e como seria a sua volta.

Jesus então narra que a Sua volta será anunciada por um grande sonido de trombetas, tocadas por anjos. E estes sairão por todos os continentes para ajuntar os que foram escolhidos, ou chamados, ou redimidos por Deus. Esses adjetivos se referem aqueles que aceitaram Jesus como o Filho de Deus, e Salvador, em seus corações, e viveram suas vidas conduzidas pelos ensinamentos que Jesus deixou, ou seja, a Bíblia. Esses então, serão reunidos para serem recebidos no céu. Será o fenômeno chamado de “arrebatamento dos salvos”, conforme o texto de I Tessalonicenses 4:17. “Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. ” Será verdadeiramente um fenômeno extraordinário, um fato histórico que se repercutirá por toda a terra, pois será o desaparecimento de milhões de pessoas em questão de algumas horas. Jesus explica, no versículo 40, desse capítulo 24 do nosso texto: “Então, estando dois homens no campo, será levado um e deixado o outro; ...” Tudo isso acontecerá em momentos, que certamente serão de grande angústia para os que ficarem aqui na terra. Para nós, os que subirmos ao céu, formos arrebatados ao céu, iniciará uma nova era. Estamos preparados? Estejamos atentos!

“Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens no céu, com poder e grande glória.”

Chegamos novamente nos festejos natalinos. E tudo, nesta época, gira em torno do nascimento de Jesus, mesmo que o objetivo seja o de dar presentes e festejar o Natal, com parentes e amigos. E o nascimento de Jesus foi, embora de forma discreta na terra, no céu foi celebrado em grande estilo. Vieram anjos anunciar e cantar que Jesus, o Filho de Deus nasceu em uma pequena cidade, chamada Belém. (Lucas 2:1-20) Quem estava na região naquela noite, principalmente os pastores que cuidavam de um rebanho de ovelhas, realmente se alegrou e se espantou com o aparecimento de um anjo que anunciou que Jesus tinha nascido, e falou que o menino estava deitado em uma manjedoura, um coxo de alimento para gado, numa estrebaria. Local estranho para estar uma criança recém nascida. E em seguida um Coro de Anjos começou a cantar “Glória a Deus nas alturas”. Os pastores correram à cidade para ver de perto esse milagre. A surpresa e a alegria eram indescritíveis.

Porém, depois de dois mil anos desse fato ter acontecido, está prestes a acontecer outro milagre. Jesus está prestes a voltar. Não mais como menino, mas como Rei, com poder e com grande glória, conforme nosso texto inicial.

Todos os que creram e os que creem Nele se alegrarão, pois aguardamos essa volta de Jesus. Porém, os que não creram ou não creem Nele, se lamentarão ao virem o Filho do Homem, pois o reconhecerão; e lamentarão por não terem crido Nele, pois agora não virá mais como um infante, no berço, mas virá com poder e grande glória, virá como justo juiz.

Como O receberemos? Com lamentos, pela condenação, ou com alegria, pela justificação? Sim, pois se cremos Nele e aceitamos o sacrifício de Cristo na cruz, isto é, sua morte e ressurreição, somos então por Ele justificados, e estaremos para sempre com Ele no céu. Estejamos atentos!

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”.

Chegamos a mais um final de ano, e o momento de sentar e traçar os planos para o próximo ano. Imagino que todos os anos anteriores tenham sido semelhantes, isto é, no final de cada ano fazemos os planos com intenções as mais nobres de cumpri-las durante o ano seguinte. Mas nosso entusiasmo inicial em poucos dias começa a diminuir, e em pouco tempo abandonamos o que havíamos planejado. O que aconteceu? Faltou estratégia? Não foram calculadas as dificuldades que enfrentaríamos? Faltou motivação? Faltou fé?

Claro que depende muito do que é planejado. Muitas vezes são coisas para benefícios próprios, como beleza, saúde, algo que nos incomoda, ou algo que desejamos. E geralmente o que planejamos com objetivos pessoais, se não tivermos uma motivação extra, vamos achar que se não alcançarmos o objetivo, não fará muita diferença para a nossa vida pessoal. Por isso, abandonar o projeto não será tão prejudicial.

Mas onde entra a fé, nesta história? O texto acima nos diz que “a fé é o fundamento do que se espera”. Isto é, a fé é a base, o alicerce para aquilo que vamos planejar. Aliás, pela fé, já é possível enxergar a sua concretização. Se não conseguirmos antever o resultado daquilo que planejamos, na minha simplicidade diria que, o “planejado” nem deveria ser colocado em prática, ou iniciado. Pois como esperamos chegar ao resultado se não conseguimos nem imaginar o resultado que desejamos? A fé nos faz ver antecipadamente o resultado, antes das coisas se tornarem concretas e poder serem vistas e apalpadas. A própria fé já é a prova de tudo que planejamos, já é a prova daquilo que ainda não se pode ver materialmente.

E para termos os “olhos da fé”, é primordial que os nossos planos ou projetos sejam passados primeiramente pelo crivo de Deus, e tenham o Seu aval, porque a fé direcionada por Deus, é a garantia de que os resultados dos projetos serão alcançados. Estejamos atentos!